Quem Somos

Origens no interior.
Postura crítica.
Uma forma própria
de morar.

Quatro arquitetos, quatro jeitos de pensar - unidos por uma forma própria de entender o que é morar bem.

8

Anos de estrada

4

Arquitetos sócios

2

Territórios

Por que Barraco?

O nome não foi
acidente.

O nome veio de uma ideia ainda na faculdade — e foi se afirmando com os anos a partir de uma crença real. Não é uma metáfora bonita: é um jeito de entender o que uma casa pode ser.

A casa como ente aberto que aceita mudança, improviso, bricolagem, imperfeição — tal qual um barraco. Nunca houve medo de que o nome afastasse clientes. É uma convicção.

"Um barraco é uma construção feita na urgência de morar, que vai se modificando com os acréscimos e melhorias que surgem do uso. Um barraco é um projeto aberto."

Barraco Arquitetônico · 2026

A história

8 anos de
estrada.

No começo, havia uma preocupação grande em tornar os serviços acessíveis e de baixo custo — uma tentativa de popularizar a arquitetura que acabou desvalorizando a bagagem técnica e intelectual do escritório.

Hoje o Barraco sabe que seu trabalho tem valor , que construir e reformar não é barato, e que o serviço oferecido é robusto, técnico e sensível — não simples, não barato, ele é possível ou não é possível.

São quatro arquitetos — duas mulheres e dois homens, entre 30 e 39 anos — com origens humildes, alguns vindos do interior, todos críticos, questionadores e deliberadamente distantes da arquitetura de revista, de elite e de tendência.

A voz pública do Barraco é majoritariamente conduzida pela Lorena, arquiteta e sócia, que é o rosto e a voz nos conteúdos.

"A arquitetura, em vez de mirar sempre no fim, no modelo encerrado, pode mirar o processo contínuo."

  • 01

    Escuta antes de prancheta. O projeto nasce de uma conversa sobre como você vive - não de um modelo pronto.

  • 02

    Orçamento na mesa, desde o início. Sem letra miúda, sem surpresa no fim da proposta.

  • 03

    Acompanhamento até a obra acontecer. O projeto não termina na entrega das pranchas.

  • 04

    Quatro olhares, um trabalho técnico. Cada sócio entra com uma força diferente - e o projeto sai mais robusto por isso.

  • 05

    Brasília e o interior, na mesma régua. O mesmo cuidado técnico, esteja o projeto na capital ou no norte de Minas.

A equipe

Quatro forças,
um trabalho só.

Dois homens e duas mulheres, entre 30 e 39 anos. Vindos de Brasília, de Minas Gerais e do Tocantins — cada um trazendo uma força diferente pro mesmo trabalho.

Lorena

ARQUITETA · URBANISTA · SÓCIA

Mineira, traz sensibilidade e força. Organizada em camadas — post-it, planilha e app, todos ao mesmo tempo. Voz pública do escritório.

Jass

ARQUITETO · URBANISTA · SÓCIO

Tocantinense de coração. Traz a técnica e o esmero — sempre com um checklist de detalhamento na mão. Responsável pelo financeiro do escritório.

Tiago

ARQUITETO · URBANISTA · SÓCIO

Brasiliense, criativo, andarilho. Jeito único de ver o mundo — sempre com a mesa preenchida de rabiscos.

Stephanie

ARQUITETA · URBANISTA · SÓCIA

Brasilense, autentica e empenhada – pés no chão, cabeça nas nuvens. Lembra todo mundo de manter os dois.

O que defendemos

O que o Barraco
defende.

Não são valores de parede. São posições que foram sendo construídas com o tempo — e que definem como a gente trabalha, fala e cobra.

01

O projeto como guia

Não como decreto. O arquiteto orienta — quem decide é quem vai morar. Sem dono do bom gosto.

02

A casa como ente vivo

Que muda com quem a habita. Aceita improviso, bricolagem, imperfeição. A casa não tem prazo de validade.

03

O presente como tempo válido

Morar bem não é um projeto futuro. É uma resposta ao agora — com o que existe, no tempo que existe.

04

A limitação como dado real

Não como vergonha. Construir não é barato — e falar disso com clareza faz parte do trabalho.

05

O processo como finalidade

Não o modelo encerrado. A arquitetura pode mirar o processo contínuo — não a imagem perfeita.

06

Companhia, não tutela

O Barraco é guia — não dono do gosto. Pessoas constroem e reformam há milênios. Tá tudo certo.

O que o Barraco combate

O que a gente
não faz.

O Barraco amadureceu. Tem posições claras sobre arquitetura, sobre mercado e sobre como não trabalhar. Não é postura — é convicção construída com o tempo.

O arquiteto demiurgo. Dono do bom gosto e das verdades estéticas. O que projeta da prancheta, não da vida real de quem vai morar.
A casa como produto fechado. A arquitetura que se vende como sonho distante e futuro sem endereço — entregue e encerrado, sem espaço pra mudar depois.
A tendência como argumento. “Atemporal”, “brasilidade”, “casa com cara de casa” — termos que viraram checklist estético sem território.
O orçamento como surpresa. A gente fala de dinheiro com clareza desde o primeiro contato. Construir não é barato — e fingir que é, não ajuda ninguém.
O contrato sem limite. Revisão infinita, escopo que nunca fecha. Cada etapa tem início, meio e aprovação — pra todo mundo trabalhar tranquilo.